sábado, 9 de junho de 2007

Entrevista no Programa do Huck


Você pode falar um pouco sobre o momento que vive a música baiana atualmente?

É uma música de entretenimento, isso é indiscutível. Acho que o próprio teor de a Bahia não se preocupar em fazer uma música só para a Bahia acabou não gerando uma amarra, nada que a prendesse de ficar só ali. O advento da tecnologia cria uma informação imediata. Como a música é muito boa, a turma toda começou a gostar. Acho que este movimento está acontecendo não só no Brasil, mas no mundo. A música da Bahia tem uma força muito grande no cenário mundial.

Mudou alguma coisa na música baiana de dez anos para cá?

Toda mudança não significa necessariamente uma evolução, mas sim uma transformação: seja ela para o bem ou para o mal. Acho que os arranjos de antigamente eram valiosos e continuam sendo. São a nossa fonte de inspiração. Hoje colocamos mais elementos diferenciados. A gente tenta trazer para a música da Bahia elementos do Brasil inteiro. Nosso país é muito rico ritmicamente e nas diversidades das suas melodias. A Bahia acaba assimilando isso e fazendo uma junção bastante positiva.

A que se deve este surgimento de várias musas da Bahia? Toda hora aparece uma mulher mais bonita do que a outra. O que é que a baiana tem?

A baiana tem sorte de nascer na Bahia! Nosso estado tem mulheres lindíssimas. Não só as cantoras, mas também as bancárias, manicures, enfermeiras, médicas e por aí vai... Eu acho que nascer na Bahia tem um gostinho especial. Lá, quem manda é a mulher! (risos)

Você já falou várias vezes na vontade de ser mãe. Você acha que está chegando a hora?

Talvez para o ano que vem. Este ano estou cheia de compromissos. Quando a hora chegar, quero ter tempo para me dedicar aos meus filhos

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